As desigualdades sociais, econômicas, raciais e de gênero são barreiras concretas para que a democracia seja um valor vivido no dia a dia — e a juventude periférica, que mais sente essas barreiras, é a que menos ocupa os espaços onde as decisões são tomadas.
Nossa resposta se consolidou em iniciativas complementares e evolutivas: o Conselho Jovem (2021–2023, com a Fundação FEAC) realizou 22 encontros de formação, escuta ativa e advocacy; dele nasceu o Fórum de Juventudes, movimento mais amplo e autônomo, criado e conduzido pelas próprias juventudes de Campinas — com 10 jovens bolsistas no Comitê de Liderança, 5 fóruns territoriais nas regiões periféricas, mapeamento de iniciativas e o podcast “Juventude na Voz!”.
Na esfera institucional, a incidência segue viva: monitoramos comissões de educação, ciência e tecnologia, articulamos coalizões e defendemos mais investimento público — o Brasil ainda investe menos em educação e C&T que todos os 15 países comparáveis.