Mobilização: Arte e Tecnologia
arte urbana e IA na quebrada
Como usar grafite, Realidade Virtual e Inteligência Artificial pra contar a história do seu território?
Clube de tecnologia, arte e invenção dentro da escola pública — e de graça. Aqui a juventude não assiste aula: pega o spray, o Arduino, a impressora 3D, o VR e a IA pra resolver problema real do próprio bairro. Sete meses de mão na massa, do primeiro rolê criativo ao palco do Festival.
Os Hackerclubes são espaços criativos onde arte urbana, tecnologia e juventude se encontram para hackear as desigualdades sociais com inovação e protagonismo. Feito da periferia para a periferia — queremos construir cidades mais inteligentes, diversas e inclusivas.
Quando a juventude cria uma nova realidade — com grafite, sensores, impressão 3D, IA e código — ela está hackeando as desigualdades sociais. Esses são os nossos clubes: vivos, reais, no território.

Uma jornada de 7 meses com oficinas semanais, da arte urbana à fabricação digital, terminando num hackathon e no Festival Hackerclubes.
História da expressão artística nas periferias e nos movimentos urbanos.
Influência cultural, arte urbana e identidade territorial.
Técnicas de spray, stencil e ilustração digital.
Impressão e modelagem 3D — do código ao objeto físico.
Eletrônica, sensores, Arduino e LEDs: o hardware a serviço da arte.
Intervenção urbana real: protótipo, narrativa, impacto no território.
Apresentação pública dos projetos para a comunidade, famílias e parceiros.
A base curricular STEAM da Casa Hacker: 6 módulos em que cada turma desenvolve um projeto real de impacto no território — do problema à invenção.
arte urbana e IA na quebrada
Como usar grafite, Realidade Virtual e Inteligência Artificial pra contar a história do seu território?
a cidade inteligente não é o futuro — é agora
Como resolver o caos do trânsito com eletrônica? Semáforo automatizado, carrinho com motor DC, cancela com sensor de presença.
ilhas de calor na periferia são injustiça climática
Como medir, denunciar e combater o calor extremo no seu bairro com tecnologia e artivismo?
desperdício zero começa no seu bairro
Como construir um detector de vazamento e criar um vídeo educativo com IA no estilo "PIX" sobre privacidade na água?
segurança alimentar começa na horta
Como automatizar uma horta com sensor de umidade do solo, modelagem 3D e um site de divulgação?
do protótipo à apresentação pública
Como criar um protótipo funcional que resolve um problema real do seu território e apresentar para a comunidade?
Um cruzamento perigoso do bairro virou protótipo de semáforo automatizado com sensores.
da turma de Sumaré →Painel de grafite que ganha camadas em realidade aumentada contando a história do território.
da turma de Sumaré →Mapeamento das ilhas de calor do bairro com sensores de temperatura e cartazes de artivismo.
da turma de Americana →Horta comunitária com sensor de umidade do solo e site de divulgação feito pela turma.
da turma de Nova Odessa →Sete meses de mão na massa desembocam num hackathon e no Festival Hackerclubes: a molecada sobe no palco e mostra pra comunidade inteira o que construiu — do grafite ao app, do sensor à intervenção urbana.
Não é feira de ciências, é lançamento. Projeto que sobe no palco é projeto que passa a existir no mundo. É onde a periferia crava que é tech, é pop, é arte — e que inventar o próprio futuro é coisa séria.

Cada cidade tem seu próprio ritmo, time local e demandas. A rede opera de forma descentralizada — clica numa cidade pra conhecer a unidade.
A unidade-âncora — sede do time fundador e do makerspace.
conhecer a unidade →Segunda cidade da rede — foco em eletrônica e robótica.
conhecer a unidade →Unidade compacta em parceria com escola municipal.
conhecer a unidade →Em implantação · primeiros clubes previstos pra 2026.
conhecer a unidade →Em implantação · zona leste como ponto de partida.
conhecer a unidade →Primeira cidade da rede fora de São Paulo.
conhecer a unidade →números medidos e publicados — veja o relatório Nosso Impacto 2022–2025 →
Geraldo Barros
Coordenador do Programa
Fundador da Casa Hacker, trabalha com juventudes periféricas e educação maker há mais de 8 anos.
Amanda Santos
Gerente de Programas STEAM
Especialista em educação STEAM e metodologias ativas para jovens em contextos de vulnerabilidade.
Aliene Villaça
Coordenadora Pedagógica STEAM
Pedagoga e facilitadora com foco em currículo maker, eletrônica criativa e arte-educação.
"cheguei achando que programação não era pra mim. no fim do módulo eu tava com um projeto meu rodando no Festival. mudou minha cabeça."
"vi a molecada que "não presta atenção na aula" passar a tarde caçando bug. o hackerclube acende uma chave que a escola sozinha não alcança."
"entrei como aluno, hoje sou monitor e ensino os menores. é isso que é hackear a desigualdade."
É a rede de clubes de tecnologia, arte urbana e inovação social da Casa Hacker, feita da periferia com a periferia. Em cada unidade, a juventude aprende a construir, testar e lançar projetos que hackeiam as desigualdades do próprio território.
Jovens do ensino médio (parceria com escolas). As vagas priorizam quem tem renda per capita familiar de até ½ salário mínimo (ou até 3 salários totais), e 50% das vagas são reservadas a grupos sub-representados — pessoas negras, mulheres, LGBTQIA+, PcD e minorias étnicas.
Cada edição tem 7 meses, com oficinas semanais — e fecha em grande estilo: Hackathon e Festival Hackerclubes, com os projetos apresentados de público pra comunidade inteira.
Nada. É de graça — sempre foi. O programa é sustentado por parcerias com escolas, investidores sociais e organizações, pra que dinheiro nunca seja barreira.
Se você é jovem, cola na unidade da sua cidade aqui nesta página — o botão "quero participar" te leva direto. Se você é escola, organização ou investidor social e quer abrir um Hackerclube no seu território, chama a gente pelo falae@casahacker.org.
Em 29 de novembro de 2025, a Casa Hacker foi destaque em um episódio especial do programa Mãos Solidárias, que mostrou como a organização atua na inclusão digital, no desenvolvimento de talentos periféricos e na promoção de direitos digitais com foco em justiça social.