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iniciativa · educação STEAM

rede · que fabrica.

Clube de tecnologia, arte e invenção dentro da escola pública — e de graça. Aqui a juventude não assiste aula: pega o spray, o Arduino, a impressora 3D, o VR e a IA pra resolver problema real do próprio bairro. Sete meses de mão na massa, do primeiro rolê criativo ao palco do Festival.

+700jovens na rede
7meses de mão na massa
6cidades na rede
50%vagas por cotas
// o que é o hackerclubes

é tech, é pop, é arte.

Os Hackerclubes são espaços criativos onde arte urbana, tecnologia e juventude se encontram para hackear as desigualdades sociais com inovação e protagonismo. Feito da periferia para a periferia — queremos construir cidades mais inteligentes, diversas e inclusivas.

Quando a juventude cria uma nova realidade — com grafite, sensores, impressão 3D, IA e código — ela está hackeando as desigualdades sociais. Esses são os nossos clubes: vivos, reais, no território.

Jovens em oficina maker do Hackerclubes montando eletrônica em grupo
// como funciona

sete meses, sete pilares.

Uma jornada de 7 meses com oficinas semanais, da arte urbana à fabricação digital, terminando num hackathon e no Festival Hackerclubes.

  1. 01

    Arte nas ruas

    História da expressão artística nas periferias e nos movimentos urbanos.

  2. 02

    Cultura & influência

    Influência cultural, arte urbana e identidade territorial.

  3. 03

    Técnicas visuais

    Técnicas de spray, stencil e ilustração digital.

  4. 04

    Fabricação digital

    Impressão e modelagem 3D — do código ao objeto físico.

  5. 05

    Eletrônica & makers

    Eletrônica, sensores, Arduino e LEDs: o hardware a serviço da arte.

  6. 06

    Hackathon criativo

    Intervenção urbana real: protótipo, narrativa, impacto no território.

  7. 07

    Festival Hackerclubes

    Apresentação pública dos projetos para a comunidade, famílias e parceiros.

// o que a juventude cria

seis módulos, projetos reais.

A base curricular STEAM da Casa Hacker: 6 módulos em que cada turma desenvolve um projeto real de impacto no território — do problema à invenção.

// módulo12 aulas

Mobilização: Arte e Tecnologia

arte urbana e IA na quebrada

Como usar grafite, Realidade Virtual e Inteligência Artificial pra contar a história do seu território?

Arte UrbanaRealidade VirtualIA Generativa
// módulo10 aulas

Cidade Sustentável

a cidade inteligente não é o futuro — é agora

Como resolver o caos do trânsito com eletrônica? Semáforo automatizado, carrinho com motor DC, cancela com sensor de presença.

ArduinoMotor DCSensoresMaquete 3D
// módulo8 aulas

Onde Falta Sombra

ilhas de calor na periferia são injustiça climática

Como medir, denunciar e combater o calor extremo no seu bairro com tecnologia e artivismo?

Sensores de TemperaturaArduinoArte/CartazesQR Code
// módulo9 aulas

A Cidade e a Água

desperdício zero começa no seu bairro

Como construir um detector de vazamento e criar um vídeo educativo com IA no estilo "PIX" sobre privacidade na água?

SensoresIA de VídeoArduinoSegurança Digital
// módulo11 aulas

Cidade e Alimento

segurança alimentar começa na horta

Como automatizar uma horta com sensor de umidade do solo, modelagem 3D e um site de divulgação?

ArduinoSensor de UmidadeImpressão 3DWeb/HTMLVR
// módulo14 aulas

Hackathon: Mobilizando o Território

do protótipo à apresentação pública

Como criar um protótipo funcional que resolve um problema real do seu território e apresentar para a comunidade?

EletrônicaProgramaçãoImpressão 3DVRApresentação
// saído das oficinas

não é promessa: já tá no mundo.

em desenvolvimento

Semáforo Inteligente da Vila

Um cruzamento perigoso do bairro virou protótipo de semáforo automatizado com sensores.

da turma de Sumaré →
premiado ★ festival

Muro Vivo: grafite + RA

Painel de grafite que ganha camadas em realidade aumentada contando a história do território.

da turma de Sumaré →
concluído ★ festival

Onde Falta Sombra — Americana

Mapeamento das ilhas de calor do bairro com sensores de temperatura e cartazes de artivismo.

da turma de Americana →
em desenvolvimento

Horta Automática da Escola

Horta comunitária com sensor de umidade do solo e site de divulgação feito pela turma.

da turma de Nova Odessa →
// o grande final

Festival Hackerclubes.

Sete meses de mão na massa desembocam num hackathon e no Festival Hackerclubes: a molecada sobe no palco e mostra pra comunidade inteira o que construiu — do grafite ao app, do sensor à intervenção urbana.

Não é feira de ciências, é lançamento. Projeto que sobe no palco é projeto que passa a existir no mundo. É onde a periferia crava que é tech, é pop, é arte — e que inventar o próprio futuro é coisa séria.

Público e participantes reunidos no Festival Hackerclubes
// a rede por cidades

6 cidades, uma rede.

03 ativas

Cada cidade tem seu próprio ritmo, time local e demandas. A rede opera de forma descentralizada — clica numa cidade pra conhecer a unidade.

// a rede em números

  • 6 cidades na rede
  • 3 unidades ativas
  • +700 jovens impactados
  • 100% gratuito — sempre foi

números medidos e publicados — veja o relatório Nosso Impacto 2022–2025 →

// quem faz acontecer

  • Geraldo Barros

    Coordenador do Programa

    Fundador da Casa Hacker, trabalha com juventudes periféricas e educação maker há mais de 8 anos.

  • Amanda Santos

    Gerente de Programas STEAM

    Especialista em educação STEAM e metodologias ativas para jovens em contextos de vulnerabilidade.

  • Aliene Villaça

    Coordenadora Pedagógica STEAM

    Pedagoga e facilitadora com foco em currículo maker, eletrônica criativa e arte-educação.

"cheguei achando que programação não era pra mim. no fim do módulo eu tava com um projeto meu rodando no Festival. mudou minha cabeça."

aluna

turma Sumaré · 2024

"vi a molecada que "não presta atenção na aula" passar a tarde caçando bug. o hackerclube acende uma chave que a escola sozinha não alcança."

professora parceira

Americana

"entrei como aluno, hoje sou monitor e ensino os menores. é isso que é hackear a desigualdade."

egresso

agora monitor da rede

// perguntas frequentes

ficou com dúvida?

O que é o Hackerclubes?

É a rede de clubes de tecnologia, arte urbana e inovação social da Casa Hacker, feita da periferia com a periferia. Em cada unidade, a juventude aprende a construir, testar e lançar projetos que hackeiam as desigualdades do próprio território.

Quem pode participar?

Jovens do ensino médio (parceria com escolas). As vagas priorizam quem tem renda per capita familiar de até ½ salário mínimo (ou até 3 salários totais), e 50% das vagas são reservadas a grupos sub-representados — pessoas negras, mulheres, LGBTQIA+, PcD e minorias étnicas.

Quanto tempo dura?

Cada edição tem 7 meses, com oficinas semanais — e fecha em grande estilo: Hackathon e Festival Hackerclubes, com os projetos apresentados de público pra comunidade inteira.

Quanto custa?

Nada. É de graça — sempre foi. O programa é sustentado por parcerias com escolas, investidores sociais e organizações, pra que dinheiro nunca seja barreira.

Como participo ou levo pra minha cidade?

Se você é jovem, cola na unidade da sua cidade aqui nesta página — o botão "quero participar" te leva direto. Se você é escola, organização ou investidor social e quer abrir um Hackerclube no seu território, chama a gente pelo falae@casahacker.org.

// no caderno aberto da casa

publicações sobre a iniciativa.

ver todas →

// quem torna esta iniciativa possível

realização

  • Casa Hacker

parceiros & apoiadores

  • Secretarias de Educação
  • Sebrae
  • Distrito
  • Escolas Públicas Parceiras
  • Gerando Falcões
  • Fundação FEAC